Sunday, August 27, 2006

Boa tarde, domingo!

Ontem fui assistir Sábado, Domingo e Segunda no Sesc Pelourinho com Larissa, Luiza e Mitchel. Encontrei grandes amigos por lá (Bruno, Léo) e colegas da Escola. Como moro perto do Pelô, acabei chegando mais cedo do que devia - o espetáculo estava programado para começar às vinte horas - e sete e cinco, mais ou menos, já estava lá. Apesar da pontualidade excessiva, não fiquei plantado sem fazer nada; acabei encontrando Kleper nas escadarias de um sobrado vizinho, e então, batemos um papo sobre o o pensar burguês no fazer teatral e, conseqüentemente, sobre a peça que iria assistir (ele já tinha visto duas vezes).

Foi uma apresentação carregada de fórmulas baratas, muitos clichês e salvo duas ou três interpretações, no máximo. O texto preiteava as relações de uma família italiana e nada mais além disso. Se o objetivo era fazer rir, conseguiu, mas como disse anteriormente: sem originalidade para um espetáculo de conclusão de curso. Era constrangedor, na maioria das vezes, ver uma das atrizes (a matriarca da família) gritar em pleno palco, o tom de voz era extremamente irritante. Os atores pareciam que estavam reproduzindo monotonicamente o texto, tipo: " eu decorei!". Não senti emoção, a peça como um todo não me tocou em nada, dicções precárias e atitudes de movimentação muito amadoras.

Em seguida fomos ao aniversário de Lara, que completou ontem 21 aninhos. Iremos trabalhar juntos no meu próximo espetáculo com estréia prevista para janeiro do ano que vem. Está sendo massa conhecer tantas pessoas bacanas num curto espaço de tempo, e agradeço a Deus por eu sentir a recíproca nos olhos dessas criaturas lindas. Como diz Paula Smith: "Eu estou rodeado de seres mágicos!". E estou mesmo.

Agora vou prosseguir, agora de tarde, a leitura de A Tempestade. Estou adorando o trabalho de Philip Glass. Até o final da noite terei baixado algumas das mais belas trilhas que ele compôs para o cinema.

1 comment:

Paula Zilá said...

Gostei da citação, viu?rs
beijão, amore!