Marilda simplesmente malhou a gente ontem no primeiro dia de oficina do Núcleo de TEA do TCA. Foi um belo carnaval, assim como deve ficar a montagem de Policarpo, bem brasileira! Todos nós parecíamos bailarinos de corpo de carnaval de cantores de axé. É muito bela a dança afro, e com banda ao vivo ao som de atabaques então. Foi puro ritual. Harildo e outros dois atores é que não chegaram a dançar. Também pudera, ele e seus 65 anos... . E por falar nele, fiquei feliz quando ele me cumprimentou pra dizer que será, depois de tanto disse-não-disse, o professor da minha turma de Desempenho II. Depois da aula de corpo, veio Marcelo (com quem já tinha feito aula de canto ano passado) trabalhar o repertório vocal. Foi massa e me senti leve com os exercícios. Depois Marfuz aplicou brincadeiras de improviso, para descontrair; em que tínhamos de improvisar historinhas de 1 minuto com o nome/palavra sorteada numa cesta. Está sendo muito bom. Estou crente com este processo! Marfuz sempre trabalha com exercícios de improvisação, com o que o ator tem em seu arcabouço criativo. Isso é necessário porque dá valor à identidade, ao estilo de cada um de interpretar. Liberdade criativa! ÊparreiiiiThursday, February 21, 2008
1º dia de oficina
Marilda simplesmente malhou a gente ontem no primeiro dia de oficina do Núcleo de TEA do TCA. Foi um belo carnaval, assim como deve ficar a montagem de Policarpo, bem brasileira! Todos nós parecíamos bailarinos de corpo de carnaval de cantores de axé. É muito bela a dança afro, e com banda ao vivo ao som de atabaques então. Foi puro ritual. Harildo e outros dois atores é que não chegaram a dançar. Também pudera, ele e seus 65 anos... . E por falar nele, fiquei feliz quando ele me cumprimentou pra dizer que será, depois de tanto disse-não-disse, o professor da minha turma de Desempenho II. Depois da aula de corpo, veio Marcelo (com quem já tinha feito aula de canto ano passado) trabalhar o repertório vocal. Foi massa e me senti leve com os exercícios. Depois Marfuz aplicou brincadeiras de improviso, para descontrair; em que tínhamos de improvisar historinhas de 1 minuto com o nome/palavra sorteada numa cesta. Está sendo muito bom. Estou crente com este processo! Marfuz sempre trabalha com exercícios de improvisação, com o que o ator tem em seu arcabouço criativo. Isso é necessário porque dá valor à identidade, ao estilo de cada um de interpretar. Liberdade criativa! Êparreiiii
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1 comment:
Obrigado pela homenagem no post anterior! =D
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