Por mais que eu minta pra mim mesmo não posso negar que estou com o coração na boca. Não que o resultado traga gosto de vitória, nada disso. Eu e todos os participantes já somos vitoriosos pela graça com que a oficina foi conduzida, espírito de grupo. Isso é raro tanto em teatro amador, esse teatro que se faz em colégio-faculdade, que dirá profissional. Trata-se da carência que estou sentindo do processo de Policarpo e que somente - pelo menos no momento, no estado em que me encontro -poderei tê-lo novamente no espetáculo. Não tenho conseguido ficar acordado, o estado de espera de UTI é pavoroso. Estamos todos entregues nas mãos dos deuses, e que nos resta é esperar. Ufa!
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